De longe Amedeo Modigliani é o meu pintor favorito, não só pelos seus grandes trabalhos mas também pela sua vida difícil e agitada.
Nascido na região da Toscana numa família judaica era o quarto e último filho de Flaminio Modigliani.
Na infância, sofreu de tifo, o que comprometeu sua saúde pelo resto da vida - mas cujo tratamento forçava-o a constantes viagens e grande intercâmbio cultural até a mudança definitiva a Paris.
Como outros pintores e artistas, viveu a experiência da extrema pobreza. Em 1917, Zborowski consegue, para Modigliani, uma exposição individual na galeria Weil. A exposição durou apenas um dia, pois se transformou num escândalo graças ao nus expostos na vitrine da galeria. A grande musa de Amedeo foi Jeanne Hébuterne, com quem teve uma filha, Jeanne, em 1918.
Complicações na saúde fazem o pintor viajar para o sul da França com a esposa e a filha, a fim de recuperar-se.
Retorna a Paris ao final de 1918.
Na noite de 24 de janeiro de 1920, aos 36 anos, Modigliani morre de tuberculose, agravada pelo consumo excessivo de álcool e drogas (haxixe). Foi sepultado no célebre Cemitério do Père-Lachaise.
No dia seguinte à morte do pintor, sua esposa Jeanne, grávida de nove meses, suicidou-se ao atirar-se do quinto andar de um edifício.
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2 comentários:
Por acaso não conhecia, mas teve uma vida díficil, estou impressionado. Foi realmente uma vida trágica, o que me chocou realmente foi o suicidio da sua esposa Jeanne grávida de 9 meses.
Bem,uma história deveras emocionante e trágica!Contudo,esta vida atribulada de Amadeo proporciounou-lhe novos voos pelo intercâmbio cultural e ousou expôr e dar a conhecer a sua obra!
Siempre asi fue y asi sera!
Un génio é sp reconhecido,após falecimento!
Aparte:Eu pessoalmente aprecio mt Salvador Dali!
Desc a intromissão!
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